Bora galera, seguimos com a programação do FICA NA RUA... bora ocupar as ruas de Cachoeira com poesia, músicas, performances e outras artes mais, se tem algo a compartilhar é só chegar, tem várias brechas pros irmãos que chegarem em cima da hora, bora?!?!??...
Este é um espaço para exercício poético e diálogo de um sujeito que busca construir pens-ações junto a indivíduos e movimentos coletivos, solidários, libertários, autônomos, subversivos, divergentes, insistentes, amorosos, alternativos e/ou combativos ao modo de produção capitalista.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
domingo, 27 de setembro de 2015
O cerrado dos caminhos
Perpetuam horizontes amanhecidos
Peregrino
Pela Caatinga
Pela sede
de(alguma) justiça
Justiceiro de mim mesmo
Caminho mais um dia
O sertão da vida
segue sendo a fronteira entre
o impossível e o improvável
Represa do Cocorobó, Canudos, Sertão Baiano
- Foto por Guilherme Salgado, Junho/2013
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
VOO LIVRE
É por causa deste
e de outros homens e mulheres
que não deixamos de sonhar,
apesar de vocês, virão outros dias
e noites, onde nossa única ocupação será observar o céu
e contar histórias em volta da fogueira...
... histórias de um tempo
onde a ficção se vestia de realidade...
Foto no Coletivo Aparecidos Políticos - Fortaleza-CE
É por causa destes
e de outros seres
que seguiremos
acreditando em sonhos possíveis
movimentos autônomos
e posturas solidárias
diante da vida
diante do mundo.
É isso,
devagar
e
sempre
faremos
o
sonho
voar...
terça-feira, 4 de agosto de 2015
sábado, 18 de julho de 2015
MARANHÃO NEGRO
O maranhão é negro, posso ver nos seus canaviais, posso ver nos seus mananciais, posso ver o sangue jorrando, pelas artérias de suas entranhas, interrompidas pelo tempo, o maranhão é negro, negro feito o tambor de crioula, negro feito seus candomblés, negro feito seus bois, negro feito seu cacuriá, negro feito, negro feito, negro desfeito, vivo, o maranhão persiste vivo, apesar de vocês, João do Vale ainda canta, canta João do vale, canta, canta, canta...
O maranhão é negro, posso ver nos seus canaviais, posso ver nos seus mananciais, posso ver o sangue jorrando, pelas artérias de suas entranhas, interrompidas pelo tempo, o maranhão é negro, negro feito o tambor de crioula, negro feito seus candomblés, negro feito seus bois, negro feito seu cacuriá, negro feito, negro feito, negro desfeito, vivo, o maranhão persiste vivo, apesar de vocês, João do Vale ainda canta, canta João do vale, canta, canta, canta...
São Luís do Maranhão, Julho/18, 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
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